FATORES ASSOCIADOS À MORTALIDADE PELA SÍFILIS CONGÊNITA NO ESTADO DE SÃO PAULO: RISCOS MATERNOS E NEONATAL
DOI:
https://doi.org/10.69719/ros.v8.859Palavras-chave:
Sífilis Congênita, Recém-Nascidos, Gestantes, MortalidadeResumo
Com ênfase ao tratamento inadequado da gestante, este estudo teve como objetivo identificar os fatores de risco materno e neonatal associados ao óbito por sífilis congênita no Estado São Paulo no período de 2021 a 2022. Trata-se de um estudo observacional, retrospectivo de base populacional com abordagem quantitativa. Mulheres jovens, brancas e pardas, com baixa escolaridade, mesmo realizando o pré-natal, continuam entre os principais grupos afetados pela sífilis com transmissão vertical no período informado, podendo ser considerados fatores que contribuem para mortalidade tanto das mães quanto de crianças envolvidas. Foram notificados 4510 casos de sífilis congênita com 97 (2,15%) casos de óbitos e 347 (7,69%) casos de aborto no período analisado, e a sífilis congênita ainda é considerada uma das principais causas de mortalidade fetal e neonatal. A prevenção ainda é a melhor alternativa para evitar a mortalidade de mães e filhos, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado das mães e seus parceiros são fundamentais para prevenção da transmissão vertical. Os profissionais de saúde devem conhecer a legislação vigente e se comprometerem a transmitir informações verdadeiras em tempo real para o combate da sífilis congênita de forma eficaz.
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